Conflito na Rússia: quais devem ser os impactos no supply chain

Entenda como o conflito entre Rússia e Ucrânia pode impactar o supply chain global e como sua empresa pode lidar com os problemas na cadeia de suprimentos!

Como se não bastasse sofrer os efeitos da pandemia, em 2022 o supply chain mundial se viu diante de um novo problema: o conflito armado entre a Rússia e a Ucrânia. Mas afinal, como essa situação pode impactar a cadeia de suprimentos?

E pensando no Brasil — bem como na realidade de pequenas e médias empresas — como o conflito entre Rússia e Ucrânia pode impactar o seu negócio?

Por todo o mundo, o receio do resultado das sanções à Rússia já começam a espalhar nos mercados e nas Bolsas de Valores.

No entanto, neste conteúdo, vamos focar na parte estratégica e operacional relativa à cadeia de suprimentos. Como elas serão impactadas?

É o que vamos explicar neste conteúdo!

O que está acontecendo na Rússia e Ucrânia?

Primeiro, vale relembrar que a situação entre a Rússia e a Ucrânia não é nova: as tensões entre as duas nações remontam a alguns anos.

O conflito armado, que estourou no começo de 2022, foi resultado de muitas questões, no mínimo, “incertas”.

Como qualquer guerra, há diferentes narrativas em jogo. Nossa missão aqui não é palpitar sobre elas.

O fato é que, pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, duas nações europeias entraram em conflito armado — com a Rússia sendo o país a tomar a iniciativa e invadir a Ucrânia, país com quem faz fronteira.

Como a situação entre Rússia e Ucrânia pode afetar o supply chain?

Com a Rússia sendo considerada a invasora de um país soberano como a Ucrânia, as nações começaram a trabalhar em diferentes sanções que foram colocadas em prática já nos primeiros dias de conflito.

Isso provavelmente vai criar um efeito dominó com potencial de disrupção das supply chain globais (e não apenas europeias).

Falando apenas da Europa, os países pertencentes ao bloco econômico já começam a experimentar variação nos preços e na disponibilidade de gás natural.

Isso porque a Rússia é o principal fornecedor (e a Ucrânia também, com várias tubulações importantes passando pelo país).

De acordo com levantamento da Bloomberg, o conflito pode também impactar no fornecimento de várias indústrias, como a alimentícia, de construção de chips e fabricação automobilística.

De acordo com a publicação americana, é preciso levar em conta as seguintes informações:

  • Várias empresas multinacionais fecharam suas fábricas e escritórios na Ucrânia, interrompendo a produção e o envio de mercadorias e componentes.
  • O mesmo aconteceu na Rússia, como a IKEA, que encerrou suas operações.
  • Juntas, a Ucrânia e a Rússia são responsáveis por quase um terço do mercado mundial de trigo, 19% da oferta mundial de milho e 80% do óleo de girassol — certamente veremos alterações nos preços e na disponibilidade destas commodities.
  • A Rússia é o terceiro maior fornecedor de níquel para baterias de íons de lítio.
  • Os dois países também lideram a produção global de cobre e platina.

Neste contexto, desde a intensificação do conflito (primeiro, politicamente, no começo de dezembro) o preço do paládio, um componente necessário para a fabricação de chips, subiu 80%.

Além disso, a Rússia é o terceiro maior exportador de petróleo do mundo.

Com o desenvolvimento do conflito armado, o governo americano determinou que o país pare de importar o produto russo.

Com isso, o preço do barril de petróleo subiu para mais de US$ 130,00 — algo inédito em 13 anos. É um dos efeitos da elasticidade de preços.

No entanto, de acordo com informações da Fast Company, a Rússia corresponde a menos de 2% do PIB mundial e a Ucrânia a apenas 0,14%.

O que os especialistas dizem é que, a não ser pela questão da gasolina (muito impactada pelo receio dos investidores operando nas Bolsas) e do trigo, não há com o que se preocupar — ao menos atualmente.

Conforme o artigo, possivelmente a indústria que mais vai sofrer é a alimentícia — o fornecimento de trigo, como commodity fundamental, vai se afunilar nos outros países.

Como lidar com uma cadeia de suprimentos fragilizada?

Agora que você sabe quais os potenciais impactos (até o momento, ao menos) do conflito entre Rússia e Ucrânia, como a sua empresa pode resistir aos efeitos? Temos algumas dicas!

Investir na modernização dos processos, aprimorando a gestão e adentrando de vez na era do Supply Chain 4.0 é essencial.

Aqui, destacamos o valor da criação de supply chains resilientes, baseadas em uma relação de confiança entre sua empresa e seus parceiros comerciais.

É claro: alcançar esse patamar exige tempo e investimento, mas com a tecnologia ao seu lado você pode começar a mudar as coisas agora mesmo.

Um software, como o U-Qualify, pode ajudar sua organização de várias maneiras.

A solução em questão automatiza a homologação e qualificação de fornecedores. Desse modo, o próprio sistema inteligente verifica se os seus parceiros estão alinhados com seu compliance.

Digamos que o seu negócio dependa de trigo — uma das commodities afetadas pela crise na Rússia e Ucrânia — e você já esteja vendo uma mudança nos preços.

No entanto, sua empresa exige que os fornecedores possuam alguns certificados, como o ISO 9001 e ISO 14001, comprovando sua gestão voltada a processos e focada na sustentabilidade.

Como garantir que os fornecedores que negocia estão com os certificados em dia — ainda mais agora que os custos estão tão voláteis e a qualidade dos produtos pode entrar em cheque?

O U-qualify realiza a verificação de maneira automática e periódica, fornecendo relatórios completos aos líderes do setor.

Mas esse é apenas um exemplo de recurso tecnológico que pode aplicar na sua operação e na gestão da cadeia de suprimentos.

Existem várias formas de otimizar a gestão de fornecedores de modo a contribuir com sua operação e proteger seus processos — e também seus clientes, conservando ao máximo preços e a qualidade das entregas.

 

E você, preocupado em como a situação na Rússia e Ucrânia pode impactar sua empresa? Esperamos que esse conteúdo torne o cenário mais claro e esclareça os pontos mais urgentes.

Lembre-se que um sistema como o U-qualify pode fazer toda diferença em seu negócio, reduzindo custos e otimizando seus processos!

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